Amazônia Assembleia Legislativa do Amazonas Brasília Câmara Municipal de Manaus Cidades Ciência Cotidiano Economia Educação Energia
GALERIAS RÁDIO TV
notícias
01/10/2019 | 23:57 - Brasil / Polícia

Witzel diz que vai pedir à ONU que feche as fronteiras do Brasil com Paraguai, Bolívia e Colômbia

AP Photo/Leo Correa

“Tentei que o ministro (Sérgio) Moro viesse comigo. Estou aguardando. Mas se não vier, vamos sozinhos, porque o Estado do Rio de Janeiro vai fazer o seu trabalho”, afirmou. “O próprio Conselho de Segurança da ONU pode tomar essa decisão, de retaliar o Paraguai, a Bolívia e a Colômbia no que diz respeito às armas”, acrescentou.

 

Ele disse ter convidado o ministro da Justiça, Sergio Moro, para comparecer com ele, mas ainda não obteve resposta

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, afirmou que pedirá à ONU (Organização das Nações Unidas) para que feche as fronteiras do Brasil com Bolívia, Colômbia e Paraguai. Segundo ele, é de lá que partem as armas traficadas e que, na avaliação do governador, foram exclusivamente responsáveis pelos homicídios ocorridos no Estado, inclusive da menina Ágatha Felix.

“Tentei que o ministro (Sérgio) Moro viesse comigo. Estou aguardando. Mas se não vier, vamos sozinhos, porque o Estado do Rio de Janeiro vai fazer o seu trabalho”, afirmou. “O próprio Conselho de Segurança da ONU pode tomar essa decisão, de retaliar o Paraguai, a Bolívia e a Colômbia no que diz respeito às armas”, acrescentou.

A respeito das investigações do assassinato de Ágatha, Witzel afirmou que partidos de oposição trabalham para facções criminosas ligadas ao tráfico de drogas no Rio. “Se só rivalizam com a milícia, tenho dúvidas, sérias dúvidas do envolvimento de representantes de partidos com o narcoterrorismo. Mas isso estamos investigando também”, disse.

Witzel disse ainda que não interfere nas investigações do assassinato de Ágatha e atribuiu à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal a responsabilidade por conter a violência no Rio. "Quem investiga o tráfico de armas e de drogas é a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. Eles estão neste momento em débito com a sociedade", argumentou.

Na sexta-feira (28), o governador afirmou que o Rio é a “segunda cidade mais segura do País” sem enumerar, no entanto, quais índices foram usados como referência e qual seria a primeira cidade no ranking. “Nós recebemos hoje um dado do ISP (Instituto de Segurança Pública do Estado) com índices que nos torna a segunda cidade mais segura do Brasil e indo a caminho de se transformar na mais segura. Isso é uma alegria, é um momento muito especial”, disse ele, sem especificar quais eram esses dados e qual cidade seria a líder de segurança no País. 

deixe seu comentário

Nome:

E-mail:

* Seu e-mail não será publicado

Mensagem:
Acompanhe nas redes sociais

© 2006 - 2019 Roteiro Amazônico. Todos os direitos reservados.

sob liçença