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24/11/2017 | 14:10 - Internacional / Mundo

Mundo . Militantes matam mais de 235 em ataque a mesquita no Egito

Divulgação

A rede de televisão Al Arabiya e algumas fontes locais disseram que alguns dos fiéis eram sufis, que extremistas como os membros do Estado Islâmico veem como apóstatas por reverenciarem santos e santuários -- algo equivalente à idolatria para os islâmicos. O presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, ex-militar que se posiciona como opositor da militância islâmica na região, convocou uma reunião de emergência de seu comitê de segurança logo depois do atentado, informou a TV estatal.

 

Pelo menos 235 pessoas foram mortas e cerca de 109 ficaram feridas, nesta sexta-feira, em um ataque de militantes islâmicos com uma bomba e armas de fogo contra fiéis que oravam em uma mesquita no norte do Sinai, região conflagrada do Egito, informou a mídia estatal.

Nenhum grupo assumiu a responsabilidade pelo ataque, o mais letal já cometido na região, onde forças de segurança combatem há três anos uma insurgência do Estado Islâmico que já matou centenas de policiais e soldados.

A mídia estatal mostrou imagens de vítimas ensanguentadas e corpos cobertos por mantas dentro da mesquita Al Rawdah, localizada em Bir al-Abed, a oeste da cidade de El Arish.

A rede de televisão Al Arabiya e algumas fontes locais disseram que alguns dos fiéis eram sufis, que extremistas como os membros do Estado Islâmico veem como apóstatas por reverenciarem santos e santuários -- algo equivalente à idolatria para os islâmicos.

O presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, ex-militar que se posiciona como opositor da militância islâmica na região, convocou uma reunião de emergência de seu comitê de segurança logo depois do atentado, informou a TV estatal.

Os militantes têm visado principalmente as forças de segurança em seus ataques desde que a violência se agravou no Sinai depois de 2013, quando Sisi, então um comandante das Forças Armadas, liderou a deposição do presidente Mohamed Mursi, da Irmandade Muçulmana.

Fonte: Terra

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