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22/09/2019 | 00:05 - Internacional / Mundo

Facebook cria comitê para supervisionar a moderação de conteúdo

Divulgação

Acreditamos que quanto mais pessoas têm o poder de se expressar, mais progresso a nossa sociedade faz. Nós queremos garantir que nossos produtos e políticas suportem isso", escreve Zuckerberg. "Também reconhecemos que há momentos em que as pessoas usam sua voz para colocar em risco outras. É por isso que temos padrões da comunidade, para articular o que é e o que não é permitido em nossas plataformas.

Nathan Vieira,Canaltech

Nesta semana), o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, revelou novas informações acerca de um comitê desenvolvido sob a premissa de supervisionar o monitoramento de conteúdo da rede social e discutir questões como a liberdade de expressão: o Conselho de Supervisão independente. Esses detalhes foram trazidos à tona por meio de uma carta aberta.

O Facebook foi criado para dar voz às pessoas. A liberdade de expressão é fundamental para quem somos como empresa, assim como é para uma sociedade livre, inclusiva e democrática. 

A primeira versão do conselho independente chega em 2020, com 11 profissionais de vários países, mas o objetivo é que o número de membros chegue a 40, com a participação de até nove anos, no máximo — já que cada mandato dura três anos, e só se podem realizar três mandatos. "Somos responsáveis ​​por aplicar nossas políticas todos os dias e tomamos milhões de decisões sobre conteúdo toda semana. Mas, no final das contas, não acredito que empresas privadas como a nossa devam estar produzindo tantas decisões importantes sobre o discurso por conta própria. Por isso, pedi aos governos que esclarecessem os padrões em torno de conteúdo nocivo. É também por isso que agora estamos dando às pessoas uma maneira de atrair nossas decisões de conteúdo, estabelecendo o Conselho de Supervisão independente", explica o CEO da empresa em questão.

Zuckerberg volta a afirmar, na carta aberta: "Se alguém discordar de uma decisão que tomamos, pode apelar para nós primeiro e em breve apelar ainda mais a esse conselho independente. A decisão do conselho será vinculativa, mesmo se eu ou alguém do Facebook discordar.

O conselho usará nossos valores para informar suas decisões e explicar seu raciocínio abertamente e de maneira a proteger a privacidade das pessoas. Será um defensor da nossa comunidade — apoiando o direito das pessoas à liberdade de expressão, e garantindo que cumprimos nossa responsabilidade de manter as pessoas seguras. Como organização independente, nós esperamos dar às pessoas a confiança de que suas opiniões serão ouvidas e que o Facebook não tenha poder supremo sobre sua expressão".

Quando nós aplicamos essas políticas, seguimos um conjunto de valores — autenticidade, segurança, privacidade e dignidade — pelos padrões internacionais de direitos humanos. Nosso compromisso com a liberdade de expressão é primordial, mas ainda é necessário manter as pessoas seguras e eliminar conteúdo nocivo", acrescenta. 

Canaltech

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