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30/11/2017 | 14:17 - Brasil / Política

Bra. Rosinha deixa prisão após decisão do TRE; ela usará tornozeleira eletrônica

Divulgação

De acordo com a denúncia do MPE (Ministério Público Eleitoral), o grupo J&F fez uma doação ilegal de R$ 3 milhões, simulando um contrato com uma empresa indicada por Garotinho para financiar sua campanha ao governo do estado em 2014. Os valores não foram declarados em sua prestação de contas.

 A ex-governadora do Rio de Janeiro Rosinha Garotinho deixou a prisão no início da madrugada desta 5ª feira (30.nov.2017). Ela estava na Cadeia Pública de Benfica, na Zona Norte da cidade. Ela foi alvo na semana passada da operação Chequinho. A ex-governadora será monitorada por uma tornozeleira eletrônica e está proibida de deixar o Rio.

Rosinha saiu do complexo penitenciário carregando 1 ventilador de chão, acompanhada de seu advogado, Carlos Azeredo. Na saída, encontrou a filha, a deputada federal Clarissa Garotinho.

A decisão que concedeu habeas corpus a Rosinha foi tomada na 4ª feira (29.nov) pelos desembargadores do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio de Janeiro. Eles entenderam que Rosinha não tinha posição de comando na organização criminosa e nem prejudicaria as investigações, em caso de deixar a prisão.

Os desembargadores, no entanto, negaram, por 5 votos a 0, o pedido de cancelamento da prisão preventiva de Anthony Garotinho –marido de Rosinha e também ex-governador do RJ. Ele cumpre prisão em Bangu, após alegar ter sido ameaçado no presídio de Benfica. A defesa diz que vai recorrer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A PRISÃO
A ex-governadora e o marido foram presos na última 4ª feira (22.nov.2017). Os ex-governadores são acusados de crimes de corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação das contas eleitorais. O casal nega as acusações.

De acordo com a denúncia do MPE (Ministério Público Eleitoral), o grupo J&F fez uma doação ilegal de R$ 3 milhões, simulando um contrato com uma empresa indicada por Garotinho para financiar sua campanha ao governo do estado em 2014. Os valores não foram declarados em sua prestação de contas.

A PF também tinha informações de que o ex-governador cobrava propina nas licitações da prefeitura de Campos, “exigindo pagamento para que os contratos fossem honrados pelo Poder Público do município”.

Para a PRE (Procuradoria Regional Eleitoral), a prisão preventiva de Garotinho é necessária.

“O denunciado, como líder da organização, apresenta risco de interferir na instrução criminal em curso, como coação de testemunhas”, disse o procurador regional eleitoral Sidney Madruga.

No caso de Rosinha, a PRE entende que sua conduta foi consentir nos crimes praticados por Garotinho.

Rosinha Garotinho governou o Rio de Janeiro de 2003 a 2007. De 2009 a 2016 ocupou o cargo de prefeita de Campos dos Goytacazes, no norte do Estado. Anthony Garotinho ocupou o Palácio Guanabara de 1999 a 2002. Seu último cargo foi como deputado federal, de 2011 a 2014.
Autores.

Fonte: poder 360

 

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