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19/08/2019 | 18:38 - Amazonas / Cidades

Artigo. Por José de Arimateia Moreira Viana O DESPERTAR DE UM POVO

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O atual governo tenta colocar o país nos trilhos do desenvolvimento, os primeiros seis meses de governo apontam para um novo horizonte, o horizonte das conquistas e da credibilidade, os índices de violência diminuíram, a corrupção minimizou e as instituições parecem caminhar a serviço do povo, assim sendo, avista-se um Brasil para os brasileiros.

 

 

Todo povo ou nação possui uma raiz, uma história e uma cultura, nós brasileiros, temos uma origem predominantemente europeia. Quando Cabral, com suas caravelas, aportou no litoral brasileiro, vislumbrou uma grande oportunidade econômica para os portugueses, os nativos do “novo mundo” foram escravizados, torturados e as riquezas encontradas foram usurpadas, contudo a nação brasileira surge em meio a um ambiente repleto de ganâncias, desigualdades sociais, trabalho escravo, discriminação racial entre outras distorções do gênero.

Fomos formados em meio ao choque, doutrinação, genocídio, correntes, tronco, açoite, fome, golpes, tortura, extração e rapinagem, internas e externas. Fomos e em parte ainda somos. O dia em que subvertermos esta lógica secular será aquele em que converteremos a indignação em ação consciente; a fala será produto de um conhecimento transformador, seja ele, popular ou erudito; e enxergaremos o inimigo como histórico e permanente, enraizado nos latifúndios e encalacrado nos mesmos estofos com as plumas de outrora.

Se a ambição se fez regra: resistência, quilombos, piquetes e ocupações nos mostram o outro lado da moeda. E é para este lado que carecemos olhar. O dia em que sublevarmos a dialética histórica será aquele em que conheceremos o nosso país de fato. Logo a velha e pesada túnica do passado será incendiada. Só assim a estupidez crônica do presente acabará em cinzas.

Precisamos olhar para frente e evitar os erros do passado. Adotar uma nova cultura, a cultura do desenvolvimento social e econômico, aprender a amar a Deus e ao próximo, praticar o bem, juntos somos imbatíveis; temos tudo para sermos uma grande nação, uma nação cujos valores sejam restaurados, um ambiente, onde os sonhos sejam realizados, que possamos criar um horizonte de novas oportunidades com mais amor e menos ódio, mais vida e menos morte, mais Deus e menos eu.

Precisamos mudar de verdade, a política é boa desde que seja conduzida por pessoas sérias, em que pese ainda existirem algumas; em nenhuma hipótese devemos achar que todos são corruptos e mal-intencionados, pelo contrário, ainda podemos encontrar pessoas honestas e com boas
intenções, porém são fatos que as decepções sobrevivam em nos fazer desacreditar na existência de bons políticos e gestores, com isso, muitos generalizam, o fato é quê; quem não gosta de política, fatalmente será governado por quem gosta, e nem sempre quem gosta reúne as devidas qualidades para conduzir nossas instituições e ajudar na realização das boas políticas públicas que contemplem nossos sonhos.

É hora de banir a corrupção do nosso país, o primeiro recado foi dado, as eleições passadas mostraram isso, ano que vem teremos eleições novamente, momento oportuno para o segundo recado; é o despertar de um povo que deve rejeitar os maus políticos, bem como, os aventureiros de plantão, a ferramenta da democracia está em nossas mãos, é hora de recuperar nossa credibilidade e seguir em frente, deixando para trás uma herança que nos envergonha. Temos muito a nos orgulhar das riquezas que possuímos em nossa pátria, somos um povo alegre, festeiro e de coração fraterno, vivemos em um país potencialmente rico e próspero, porém, mal administrado.

O atual governo tenta colocar o país nos trilhos do desenvolvimento, os primeiros seis meses de governo apontam para um novo horizonte, o horizonte das conquistas e da credibilidade, os índices de violência diminuíram, a corrupção minimizou e as instituições parecem caminhar a serviço do povo, assim sendo, avista-se um Brasil para os brasileiros.

Medidas estão sendo tomadas para melhorar a economia e consequentemente a credibilidade do Brasil, só teremos uma nação justa, se colocarmos em ordem de prioridade os padrões de conduta estabelecidos por Deus; o Salmista disserta com propriedade: “Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor”. Aqui está o ponto central para o sucesso, podemos sim colher bons frutos, isso só é possível quando nos aplicamos aos estudos, ao trabalho e acima de tudo, a Deus.
 

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