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13/03/2019 | 01:43 - Amazonas / Cidades

AM. MPC expede recomendação sobre transparência ao governo

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O Plano de Trabalho proposto pela CGE tem a duração de quatro anos (2019 a 2022) e faz parte dos esforços para aprimorar o Sistema de Controle Interno Estadual, que visa garantir a efetividade das políticas públicas, estimular a capacidade de inovação do governo, melhorar a

 

O Ministério Público de Contas do Amazonas (MPC) expediu recomendação ao governador Wilson Lima para assegurar a correta implantação do Plano de Trabalho apresentado pela Controladoria Geral do Estado (CGE) ao Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) e ao MPC. A recomendação foi expedida por meio da Coordenadoria de Transparência Orçamentária, Acesso à Informação e Controle Interno e entregue ao governo na última quinta (7).

 

O Plano de Trabalho proposto pela CGE tem a duração de quatro anos (2019 a 2022) e faz parte dos esforços para aprimorar o Sistema de Controle Interno Estadual, que visa garantir a efetividade das políticas públicas, estimular a capacidade de inovação do governo, melhorar a produtividade e qualidade dos serviços públicos, entre outros.

 

Para o procurador-geral de Contas, João Barroso, com a recomendação o MPC, assim como faz o TCE, cumpre o seu papel pedagógico junto aos gestores públicos. “O Ministério Público de Contas deve cobrar o cumprimento da Lei, sem esquecer do lado pedagógico, por isso estamos, inicialmente, recomendando ao governo do Estado que adote as medidas necessárias. A intenção é colaborar com a administração pública”.

 

Levando em consideração que o plano da CGE demonstra que órgão ainda apresenta pendências relacionadas a estrutura interna, o que compromete o funcionamento adequado do Controle Interno, a titular da Coordenadoria de Transparência Orçamentária, procuradora de Contas Evelyn Freire de Carvalho, recomendou ao governo que corrija as irregularidades encontradas.

 

“Dentre as ações previstas, destacamos a possível parceria entre o Estado do Amazonas e o TCE para estruturação e implantação do Programa de Integridade, fundamental para o incentivo ao comportamento ético na Administração Pública”, afirmou a procuradora.


O MPC estabeleceu o prazo de 15 dias para ser informado sobre as providências adotadas com relação à recomendação expedida.

 

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