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28/11/2017 | 12:24 - Amazonas / Saúde

AM. FHAJ finaliza participação no projeto nacional Paciente Seguro apresentando resultados obtidos durante um ano

Nathalie Brasil

Uma das primeiras medidas do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) é a obrigatoriedade de todos os hospitais criarem os Núcleos de Segurança do Paciente, o que já foi implantado no Hospital Adriano Jorge. Os núcleos têm por missão promover ações para a implantação da gestão de risco no serviço de saúde, com vistas à segurança do paciente, e a integração e articulação multiprofissional nos processos de gerenciamento e gestão de riscos.

 

Redução em 62% percentual de lesão/úlcera por pressão em pacientes internados

A Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (Susam), apresentará, nesta terça-feira (28/11), os resultados do Projeto Paciente Seguro  Implantação do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), iniciativa coordenada pelo Hospital Moinhos de Ventos, de Porto Alegre (RS), em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). O Hospital Adriano Jorge foi um dos 15 hospitais públicos selecionados para integrar o projeto de abrangência nacional.

Uma das primeiras medidas do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) é a obrigatoriedade de todos os hospitais criarem os Núcleos de Segurança do Paciente, o que já foi implantado no Hospital Adriano Jorge. Os núcleos têm por missão promover ações para a implantação da gestão de risco no serviço de saúde, com vistas à segurança do paciente, e a integração e articulação multiprofissional nos processos de gerenciamento e gestão de riscos.

Protocolos - O Ministério da Saúde orienta o uso de seis protocolos básicos, integrantes do PNSP, para prevenir e reduzir a incidência de eventos adversos nos serviços de saúde públicos e privados: identificação do paciente; prevenção de úlcera por pressão; segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos, cirurgia segura; prática de higiene das mãos em serviços de saúde; prevenção de quedas.

Integrar o projeto Paciente Seguro possibilitou ao Adriano Jorge desenvolver ações educativas, formar profissionais com competência para executar atividades de melhorias contínuas em relação à Segurança do Paciente, assim como promoveu a troca de experiências e aprendizado entre os hospitais participantes. O projeto incluiu o desenvolvimento de ferramentas de gestão, assim como de educação e práticas compartilhadas, destacou a diretora-presidente da instituição, Christianny Sena.

Resultados  Entre os resultados apresentados no encerramento do Projeto Paciente Seguro está à redução de 62% do percentual de lesão por pressão em pacientes internados na enfermaria de clínica médica na Fundação Hospital Adriano Jorge. Em janeiro, quando foram iniciados os trabalhos de implantação do protocolo, o indicador de processo destacava que somente 13% dos pacientes eram avaliados no momento da internação. A atividade passou a integrar a admissão em conjunto com a SAE (Sistematização da Assistência em Enfermagem). Atualmente, este índice passou a ser de 78% de pacientes avaliados, com meta de atingir o percentual de 98% até final do ano.

Em relação à administração de medicamentos, métodos estabelecidos na FHAJ melhoraram o cuidado com os de alta vigilância. Além disso, a adoção de formulários permitiu a sistematização da devolução de medicamentos à farmácia.

A úlcera/lesão por pressão atinge principalmente pacientes hospitalizados com longa permanência, bem como os que associam fatores de risco idade avançada, restrição ao leito ou cadeira. A lesão ocorre devido à pressão contínua de uma determinada área do corpo, com proeminência óssea, ou fricção repetida e/ou umidade. Os locais mais frequentes são as regiões sacras (final da coluna, cóccix), parte superior do fêmur, nádegas, cotovelos, calcanhares e tronco. Este tipo de lesão pode atingir da pele até o tecido ósseo, podendo ocorrer risco de infecção ou dor. O tratamento tem custo elevado. 

Fonte: Secom

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