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23/11/2017 | 14:21 - Amazonas / Assembleia Legislativa do Amazonas

AM. Dermilson Chagas entrará no MPE para garantir internet no interior

Divulgação

Em 2011, o Governo do Amazonas havia anunciado que os municípios de Coari, Anamã, Anori, Codajás, Caapiranga, Manacapuru, Manaus e Iranduba iriam ganhar até o final daquele ano, o serviço de Internet de alta velocidade via gasoduto, a partir do projeto Rede Estadual de Comunicações da Petrobras, como proposta de contrapartida por conta dos Estudos de Impacto Ambiental (EIA), durante a implementação do gasoduto. Porém, até hoje o projeto está parado sem a interligação dos municípios.

 

O deputado estadual Dermilson Chagas (PEN), entrará com um pedido ao Ministério Público do Estado (MPE), para cobrar da Petrobrás e da Telecomunicações Brasileiras (Telebrás), a instalação da internet banda larga para os oito municípios do estado do Amazonas que estão localizados em entorno do gasoduto Coari-Manaus.


O tema abordado, já havia sido debatido pelo próprio parlamentar em uma reunião técnica ocorrida no dia 05 de junho deste ano no miniplenário Beth Azize, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), com os representantes da Petrobrás e Telebrás, que prometeram instalar a internet até agosto deste ano, mas, que até hoje nada foi feito. “Fizemos a reunião, conversamos com a Telebrás, Petrobrás, outros atores envolvidas no processo, as Câmaras Municipais dos oito municípios, que estão nessa trajetória, só que até agora nada”, disse

 

Em 2011, o Governo do Amazonas havia anunciado que os municípios de Coari, Anamã, Anori, Codajás, Caapiranga, Manacapuru, Manaus e Iranduba iriam ganhar até o final daquele ano, o serviço de Internet de alta velocidade via gasoduto, a partir do projeto Rede Estadual de Comunicações da Petrobras, como proposta de contrapartida por conta dos Estudos de Impacto Ambiental (EIA), durante a implementação do gasoduto. Porém, até hoje o projeto está parado sem a interligação dos municípios.


Na reunião realizada pelo Dermilson em junho, os representantes da Telebrás e Petrobrás alegaram que o projeto não havia sido finalizado porque jacarés haviam comido os cabos de fibra ótica. “Primeiro vieram com uma desculpa que o jacaré tinha comido a fiação e agora imagino que deve ter mais jacaré comendo todo o restante, porque nada foi feito. Lamentável o que estão fazendo com o dinheiro público. Isso poderia estar ajudando a população de ter acesso a informação”, afirmou.


O projeto em si, recebeu um investimento na ordem de R$ 9 milhões, tendo sido executado pela empresa Processamento de Dados do Amazonas (Prodam), em parceria com a extinta Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (SECT) e da Telebrás, a qual é responsável pela comunicação entre o governo e a Petrobras. Do valor total investido pelo Estado, R$ 2,3 milhões foram gastos pela Prodam, através de um contrato com a empresa especializada PADTEC SA, para o fornecimento, instalação, configuração, operação, gerência, treinamento e manutenção de solução baseada em tecnologia DWDM para interligar os municípios.


“Essa obra do Gasoduto que custou bilhões, e que está sendo investigado pela operação Lava Jato, não consegue oferecer um serviço de contrapartida que é a internet para a população dos municípios. Não existe outro caminho a não ser denunciar ao Ministério Público Estadual. O cabo de internet está lá disponível e falta simplesmente fazer iluminação para poder a população estar conectada”, ponderou.
 

Fonte: Assessoria de Imprensa

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