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29/06/2019 | 19:39 - Amazonas / Esporte

AM. Aos 62 anos, a lenda do remo amazonense, Manasseh Barbosa, segue incansável

Leanderson Lima - OELA

“Eu descobri, ao longo do tempo, que eu sou um pescador de almas. Deus me botou neste mundo para eu pegar almas que precisam de ajuda e encaminhá-las. Essa é a minha missão. Essa é minha satisfação. Essa é a minha alegria”.

 

Aos 62 anos, a lenda do remo amazonense, Manasseh Barbosa, segue incansável no ensino de modalidade que o consagrou como um pioneiro do esporte e como o maior técnico da história do remo local.

“Eu descobri, ao longo do tempo, que eu sou um pescador de almas. Deus me botou neste mundo para eu pegar almas que precisam de ajuda e encaminhá-las. Essa é a minha missão. Essa é minha satisfação. Essa é a minha alegria”.

Sob seus olhos atentos, aproximadamente 40 crianças e adolescentes participaram, neste sábado (29), do primeiro Festival de Remo do projeto Esporte Educacional e Sustentabilidade (EES), que é realizado pela Oficina Escola de Lutheria da Amazônia (OELA), com patrocínio da Petrobras, por meio do programa Petrobras Socioambiental.

O evento foi realizado na Escola de Remo, que fica localizada no 4º Centro de Geoinformação do Exército (4º CGEO), no bairro Compensa, Zona Oeste.

 

Lições

Antes mesmo de qualquer criança entrar em uma das canoas elas precisam ouvir o professor Manasseh, e todos fazem isso com muita atenção.

“É muito bom fazer parte do projeto, porque não é só remo, antes mesmo de cada aula começar, o professor faz uma roda de conversa com a gente, sempre dando bons conselhos, falando de como a gente deve se comportar, respeitar os mais velhos, cuidar do meio ambiente. É muito legal”, explica a aluna Beatriz Augusto, de 14 anos, que é um dos destaques do EES.

Ela e os demais alunos puderam experimentar pela primeira vez o gosto de participar de um evento de remo.

Beatriz conta que ficou bem nervosa no início. Mas depois que a largada foi dada ela pôde mostrar tudo que aprendeu nas aulas.

Michel Paiva, de 15 anos, conseguiu ultrapassar a boia de chegada em primeiro lugar e já começa a sonhar alto no esporte.

“Eu quero um dia poder participar de um Campeonato Brasileiro, quem sabe de uma Olimpíada. Eu aprendi a gostar de remo e quero ser um atleta profissional um dia”, declara Michel.

Diversão

Depois das provas foi a hora da diversão e a garotada não perdeu tempo caindo na água para aproveitar o sábado de sol. Nem mesmo o professor Manasseh ficou de fora da festa.

“Aqui eu vi vida! Aqui eu vi alegria, coleguismo, camaradagem... Eu vi amizade, eu vi respeito, vi carinho, e vi qualidade de vida. Aqui eu vi humanidade”, celebra o mestre do remo. 

Assessoria de Imprensa

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