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30/04/2019 | 11:00 - Amazonas / Saúde

AM. Amazonas está há 32 dias sem registro de óbitos por H1N1

Divulgação

Ao todo, 120 casos de H1N1 foram registrados este ano no Estado, com 34 óbitos. O último caso confirmado foi no dia 5 de abril de 2019 e o último óbito registrado foi em 28 de março de 2019. Em Manaus, são 26 óbitos por H1N1. No interior, continuam três casos em Manacapuru, além de Parintins, Itacoatiara, Japurá, Urucurituba e Maués, com um caso cada.

 

A 27ª edição do Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), divulgada nesta segunda-feira (29/04), pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), mostra que o número de óbitos por Influenza A (H1N1) parou de subir há 32 dias e há 24 dias não há aumento no número de casos da doença. Já o número geral de caso de SRAG subiu de 1.222 para 1.296, entre a edição de sexta-feira (26/04) e a desta segunda.

 

Ao todo, 120 casos de H1N1 foram registrados este ano no Estado, com 34 óbitos. O último caso confirmado foi no dia 5 de abril de 2019 e o último óbito registrado foi em 28 de março de 2019. Em Manaus, são 26 óbitos por H1N1. No interior, continuam três casos em Manacapuru, além de Parintins, Itacoatiara, Japurá, Urucurituba e Maués, com um caso cada.

 

Já o Vírus Sincicial Respiratório (SRV) subiu de 257 casos confirmados para 296 entre um boletim e outro, enquanto os óbitos permanecem os 29 do boletim da última sexta-feira  26 em Manaus, um em Itacoatiara, um em Borba e outro em Manacapuru.

 

O número de óbitos por outros vírus respiratórios passa a ser dois óbitos por Parainfluenza tipo 3 em Manaus, e segue sem alteração um pelo vírus Metapneumovírus; e, no interior, um óbito por Influenza A não subtipável, registrado no município de Maués.

 

Conforme o boletim, dos 67 pacientes graves que evoluíram para óbitos, entre fevereiro a abril de 2019, 60 deles faziam parte de grupo de risco mais suscetíveis, o que corresponde a 89%, com destaque para crianças menores de 5 anos, idosos, pessoas com diabetes, pneumopatas, pessoas com obesidade e neuropatas.

 

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