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06/11/2017 | 12:36 - Amazonas / Meio Ambiente

AM . SUFRAMA busca auxiliar construção de bases do Comando de Policiamento Ambiental

Layana Rios

A CPAmb também atua com barreiras nas rodovias para fiscalização ambiental, com patrulhamento e fiscalização dentro da cidade de Manaus; na orla da Região Metropolitana, com lanchas de ação rápida; tem efetivo atuando nos PARNAS do Jaú e Anavilhanas, em parceria com o ICMBio; faz operações constantes no sul do Amazonas em parceria com IPAAM, Funai e Ibama; e realiza a segurança dos cruzeiros marítimos que chegam a Manaus, em parceria com a Amazonastur.

  Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) vai trabalhar na identificação de dois terrenos, um localizado no bairro Distrito Industrial II e outro na rodovia BR-174, para serem cedidos para a construção de bases do Comando de Policiamento Ambiental (CPAmb) da Polícia Militar do Amazonas. O anúncio foi feito pelo superintendente da autarquia, Appio Tolentino, durante reunião com o comandante do policiamento ambiental, coronel Jorge Alves, e equipe, que foram até a sede da SUFRAMA, na última quarta-feira (1º), para apresentar o trabalho do Comando e buscar parcerias para as ações desenvolvidas.

O coronel informou que atualmente o CPAmb possui uma base terrestre provisória, nas proximidades da Vila Olímpica, e uma base fluvial improvisada em um ferry boat. O Batalhão de Policiamento Ambiental conta com 122 policiais militares para atuar em todo o Estado. "Ainda é um efetivo muito pequeno para a demanda. Temos pilotos de embarcação nas fronteiras do Brasil, Colômbia e Peru, que ficam permanentemente patrulhando essas áreas e fazemos o patrulhamento fluvial nas regiões onde chegam as mercadorias do Polo Industrial de Manaus. Hoje temos uma carência tanto de efetivo quanto de equipamentos para que possamos reativar esse monitoramento 24 horas", explicou o coronel.


A CPAmb também atua com barreiras nas rodovias para fiscalização ambiental, com patrulhamento e fiscalização dentro da cidade de Manaus; na orla da Região Metropolitana, com lanchas de ação rápida; tem efetivo atuando nos PARNAS do Jaú e Anavilhanas, em parceria com o ICMBio; faz operações constantes no sul do Amazonas em parceria com IPAAM, Funai e Ibama; e realiza a segurança dos cruzeiros marítimos que chegam a Manaus, em parceria com a Amazonastur.


Na parte preventiva, o coronel apresentou o Núcleo de Preservação Ambiental, no qual está inserido o Programa Vitória Régia, que desde 2009 trabalha no resgate de crianças em situação de vulnerabilidade por meio da educação e da responsabilidade socioambiental com a formação de protetores ambientais mirins, em parceria com escolas da rede pública de ensino. Os alunos recebem uma capacitação de 10 horas, nas quais são estimulados ao aprendizado sobre as leis de crimes ambientais e a realizar a coleta seletiva, tornando-se multiplicadores de conhecimentos. Ao final, recebem certificado e uma carteirinha de protetor ambiental mirim, além de brindes adquiridos com o valor da venda das garrafas pets e latas arrecadadas por eles durante uma campanha ecológica lançada na capacitação. Desde a criação, o Programa já atuou em 48 escolas, capacitando 7669 crianças.


"Além do trabalho nas escolas, fazemos capacitações em empresas, quando somos demandados. Já fomos em empresas do PIM para mostrar como tratar com animais peçonhentos e podemos fazer essas capacitações sempre que as empresas demandarem", afirmou o coronel.


O superintendente Appio Tolentino avaliou como extremamente positiva a parceria com o CPAmb. "É uma parceria de interesse nosso e das indústrias, pois aumentará a segurança da área do Distrito II e deverá também diminuir consideravelmente os processos de invasão nessa área", afirmou.


O superintendente também destacou a importância do policiamento fluvial realizado pelo Comando para a Zona Franca de Manaus. "Vamos trabalhar na cessão dos terrenos para a Polícia Militar e também vamos fazer um documento com uma exposição de motivos ao governador falando do nosso interesse na implantação do policiamento fluvial por causa da segurança do transporte das mercadorias do Polo e da necessidade de apoio nessa área. Estamos trabalhando numa alternativa logística que é a rota Interoceânica Norte, que vem de Paita, no Peru, e chega ao Brasil por Tabatinga, e vamos precisar desse policiamento fluvial mais intenso", afirmou Tolentino.

Fonte:  Suframa

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