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21/11/2017 | 18:39 - Amazonas / Meio Ambiente

AM . Prefeitura realiza seminário para debater a qualidade do ar em Manaus

Jose Nildo, Semsa

Conforme informações da chefe de vigilância de água, solo e ar da Semsa, Jocilene Galúcio, Manaus foi apontada como uma das capitais que tem risco para a questão dos poluentes atmosféricos e isso afeta a saúde pública. “É importante relacionar as doenças respiratórias, cardiovasculares e oculares com a questão dos poluentes atmosféricos. Vamos implantar a VigiAR em dezembro e a partir de janeiro vamos promover as ações estratégicas para a saúde pública”, explicou Galúcio, enfatizando que crianças e idosos são os grupos mais vulneráveis a essas doenças.

 Antecedendo a criação da Vigilância de Populações Expostas à Poluição do Ar (VigiAR), na capital, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), realizou nesta terça-feira, 21/11, o ‘Seminário de Vigilância em Saúde de População Exposta a Poluentes Atmosféricos’. O evento aconteceu no auditório da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), localizado na avenida Djalma Batista, zona Centro-Sul.

 

Na abertura do Seminário, a subsecretária de gestão da Saúde da Semsa, Lubélia Sá Freire, destacou a importância da implantação da Vigiar em Manaus. “Temos doenças e agravos advindos da poluição do ar, mas atualmente não fazemos esta relação. Precisamos monitorar o ar para que seja feito um planejamento e darmos à população uma melhor qualidade do ar”, salientou Freire.

 

Conforme informações da chefe de vigilância de água, solo e ar da Semsa, Jocilene Galúcio, Manaus foi apontada como uma das capitais que tem risco para a questão dos poluentes atmosféricos e isso afeta a saúde pública. “É importante relacionar as doenças respiratórias, cardiovasculares e oculares com a questão dos poluentes atmosféricos. Vamos implantar a VigiAR em dezembro e a partir de janeiro vamos promover as ações estratégicas para a saúde pública”, explicou Galúcio, enfatizando que crianças e idosos são os grupos mais vulneráveis a essas doenças.

 

Saúde pública

A programação do Seminário contou com dois momentos. O primeiro, pela manhã, abordou a situação dos órgãos públicos, com palestras de profissionais do Ministério da Saúde, Semsa e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas). O segundo, à tarde, abordou sobre as ferramentas tecnológicas para o monitoramento do ar, com palestras de professores da Escola Superior de Tecnologia da UEA e do departamento de Química da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

 

Durante a palestra magna, o analista técnico do Ministério da Saúde, Fábio Vasconcelos Reis, enfatizou que a poluição atmosférica é um problema de saúde pública. “A poluição do ar é caracterizada pela presença ou lançamento no ambiente atmosférico de substâncias em concentrações suficientes para interferir direta ou indiretamente na saúde, segurança e bem estar do homem”, reforçou Reis.

 

“É responsabilidade do SUS (Sistema Único de Saúde) promover a redução de impactos na saúde com ações como desenvolvimento de políticas de prevenção, preparação, resposta e reabilitação; planejar e realizar de ações de vigilância e atenção; articular a colaboração intersetorial e interinstitucional”, afirmou.

 

Sobre a Vigiar

Ainda segundo Fábio Vasconcelos Reis, a Vigilância em Saúde de Populações Expostas à Poluição Atmosférica é a área técnica do Ministério da Saúde que tem o objetivo de desenvolver ações de vigilância para essas populações, de forma a recomendar e instituir medidas de prevenção, de promoção da saúde e de atenção integral, conforme preconizado pelo SUS.

 

O campo de atuação prioriza as regiões onde existam diferentes atividades de natureza econômica ou social que gerem poluição atmosférica de modo a caracterizar a um fator de risco para as populações expostas.

 

Entre os objetivos estão mapear áreas, municípios e grupos de risco à poluição atmosférica; contribuir para a diminuição da morbimortalidade acompanhando as tendências dos indicadores de efeito e exposição; estimular a intersetorialidade entre os órgãos que possuam interface com a saúde; subsidiar o setor ambiental na formulação e execução de estratégias de controle da poluição do ar; e fornecer elementos para orientar as políticas nacionais e locais de proteção à saúde da população frente aos riscos decorrentes da exposição aos poluentes atmosféricos.

Fonte: Semcom

 

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