Assembleia Legislativa do Amazonas Câmara Municipal de Manaus Cidades Ciência Economia Educação Energia Esporte Eventos Meio Ambiente
GALERIAS RÁDIO TV
notícias
09/02/2019 | 19:43 - Amazonas / Saúde

AM . Cema já está sendo reabastecida. População Agradece.

Divulgação - Cema

Conseguimos reformular o padrão de todas as unidades da capital e, somente com a mudança de padrão, nós vamos ter uma economia de R$ 3 milhões por mês e R$ 36 milhões por ano, apenas não comprando medicamentos que não servem para a população e que estragavam. Então essa economia hoje já é real e está baseada no novo padrão Cema, ressaltou o coordenador.

 

O abastecimento na Central de Medicamentos do Amazonas (Cema) começa a ser normalizado dentro de 15 dias, segundo a previsão do coordenador do órgão, Antônio Paiva. É quando vai chegar o grande carregamento de insumos, adquirido pelo novo Governo. A remessa deverá garantir abastecimento de pelo menos 50% de todo o padrão das unidades, que hoje é de 12%.

A situação do desabastecimento e condições precárias da Cema foram mostradas pelo governador Wilson Lima, nos primeiros dias de sua gestão e vem sendo tratada como prioridade pelo novo Governo.

Os nossos processos de compra têm acontecido com muita velocidade, depois que a Sefaz (Secretaria de Estado da Fazenda) abriu o ano fiscal. Hoje, nós já empenhamos 99% dos produtos que estão em ata e as compras estão chegando num período de 20 dias, a partir de primeiro de fevereiro, que foi a data que pudemos empenhar, explicou Antônio Paiva.

Segundo o coordenador da Cema, os relatórios da transição entregues pelo governo anterior apontavam um abastecimento de 42%, porém, ao assumir e confrontar os dados com os levantamentos in loco, percebeu-se que o total não chegava sequer a 25%.

Se contabilizarmos o abastecimento para três meses, que é o mínimo que deveríamos ter recebido do governo anterior, nosso abastecimento está em torno de 12%, contou.

Paiva disse ainda que a nova gestão recebeu a Cema em completo abandono, situação evidenciada na falta de itens, como soro e também de medicamentos que estavam estragando. O primeiro passo para garantir o funcionamento das unidades foi conversar com fornecedores e o planejamento emergencial. Já tinha falta de medicamentos nas unidades e a gente teve que correr atrás de fornecedor local e pedir dele, aqueles que tinham ata de registro de preço conosco, para que fizessem o abastecimento imediato e antecipadamente, disse.

Foram realizadas pela equipe da Cema reuniões pontuais para a atualização do padrão das unidades de saúde, o que não era realizado desde 2010, para que os produtos que não estavam sendo utilizados, e que consequentemente estavam sendo desperdiçados, não fossem comprados.

Conseguimos reformular o padrão de todas as unidades da capital e, somente com a mudança de padrão, nós vamos ter uma economia de R$ 3 milhões por mês e R$ 36 milhões por ano, apenas não comprando medicamentos que não servem para a população e que estragavam. Então essa economia hoje já é real e está baseada no novo padrão Cema, ressaltou o coordenador.

A Cema encontrou resistência por parte de fornecedores por falta de credibilidade, uma vez que o órgão devia mais de R$ 32 milhões. Isso prejudicou muito o abastecimento imediato, porque foi um trabalho de convencimento muito grande. Até convencer os fornecedores a abastecer a Cema, demorou praticamente 20 dias, pontuou Paiva. 

deixe seu comentário

Nome:

E-mail:

* Seu e-mail não será publicado

Mensagem:
Acompanhe nas redes sociais

© 2006 - 2019 Roteiro Amazônico. Todos os direitos reservados.

sob liçença